Pesquisa explora a maturidade do mercado de mídia programática no Brasil

A mídia programática apresenta pleno crescimento e, em 2018, já respondia por 22,5% do total da mídia digital na publicidade brasileira, segundo relatório do IAB Brasil. Para estudar essa evolução, a empresa de soluções programáticas Tradelab coleta, até 10 de março, as respostas de profissionais do setor de digital no Brasil, com o intuito de compreender melhor de que forma o investimento programático é feito no país.

Para o CEO da empresa na América Latina, Essio Floridi, o estudo é uma oportunidade de entender com mais detalhes a visão do profissional deste mercado sobre a tecnologia.“A programática, por si só, não é uma novidade no Brasil, mas os usos desta tecnologia estão sob constante mudança, seja pela disponibilização de novos canais, pelas regulamentações mais rígidas ou mesmo pelas estratégias adotadas, que variam segundo a necessidade do cliente”. Para o executivo, o valor da pesquisa está em descobrir o que os publicitários e profissionais de marketing acreditam ser possível para a mídia programática: “em um trabalho como esse, podem-se identificar as expectativas e as experiências dos participantes com relação a esse tipo de mídia; fora do país, há vários tipos de estudos desse gênero e, considerando as singularidades que o mercado local apresenta, uma pesquisa feita por brasileiros e para brasileiros traz, sem dúvida, mais informações e conhecimentos sobre a nossa forma de fazer publicidade”.

Quem é profissional de marketing ou publicidade e trabalha com mídia digital (incluindo mídia programática ou não) pode participar da pesquisa e responder ao questionário clicando aqui. O tempo médio de resposta é de 10 minutos.

A iniciativa conta também com o apoio do portal Mundo do Marketing, onde serão veiculados materiais exclusivos sobre o estudo, após a sua finalização.   

 

Sobre o mercado programático no Brasil

 

A relação com a mídia programática varia segundo a maturidade do país com relação à prática e depende de aspectos como disponibilidade de inventário vendido via automação de mídia, penetração de recursos como o ads.txt e a forma de utilização de devices. De acordo com o último relatório sobre Maturidade de Mercado, publicado pela World Federation of Avertisers (WFA) e relativa ao ano de 2018, ecossistemas como o brasileiro e o alemão pertencem ao grupo de mercados em processo de amadurecimento. Segundo o documento, isso significa que há muitos formatos e inventários disponíveis para a compra programática, mas que o desenvolvimento da automação é lentificado por fatores como as relações locais - e tradicionais - de compra de mídia. A modalidade de compra de espaços vem ganhando, no entanto, grande notoriedade e espaço no cenário da comunicação brasileira, tendo um crescimento de 74% em receita entre os anos de 2016 e 2017.



Website: http://www.tradelab.com