Bancos investem em tecnologia, focados na melhor experiência do cliente

Os Bancos estão investindo cada vez mais em tecnologia, segundo a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2018, realizada pela Deloitte. O estudo indica que os investimentos feitos pelo setor financeiro em tecnologia somaram R$19,5 bilhões em 2017, demonstrando um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Esse número é tão grande, que representa 15% de tudo que é investido em tecnologia no país, empatando apenas com o que o governo investe nessa área. E todo esse esforço é voltado para melhorar a experiência do cliente. Além disso, está focado em inovações para viabilizar novas formas de atender os clientes atuais e futuros à luz de novas legislações que virão para o sistema financeiro, como open banking e pagamentos instantâneos.

No terceiro trimestre, o PAN originou R$ 1,4 bilhão em créditos por mês, atingiu uma carteira de crédito de R$ 19,7 bilhões e reportou um lucro líquido de R$ 49,1 milhões. Hoje, o PAN gere uma carteira com 4,4 milhões de clientes. Nos 9M18, apresentou lucro antes dos impostos de R$ 321 milhões, correspondendo a um crescimento de 157% em relação aos 9M17. Ainda em relação ao mesmo período comparável, houve uma redução de 12% nas despesas totais, representando uma economia de R$ 189 milhões. O indicador de créditos vencidos acima de 90 dias de varejo seguiu a trajetória de redução, atingindo 5,6%. O Índice de Basileia encerrou o trimestre em 14,0%, sendo 11,9% de capital principal. O retorno anualizado sobre patrimônio líquido médio foi de 5,2% nos 9M18, enquanto que o retorno ajustado (não auditado) foi de 14,4%. O ajuste consiste na adequação de dois legados remanescentes: (i) o excesso de despesa financeira de CDB pré-fixados emitidos entre 2005 e 2008 (com vencimento médio em 2023), comparado ao que o PAN paga atualmente para o mesmo prazo no mercado e (ii) o excedente de crédito tributário de prejuízo fiscal advindo das inconsistências contábeis encontradas em 2010.

O Banco possui um time de alta performance trabalhando em metodologia ágil e já está produzindo efeitos importantes: (i) na sua rede de lojas, o PAN alcançou média de 10,2% de originação dos créditos consignados de forma 100% digital no trimestre, frente aos 2,3% do trimestre anterior, avançando no objetivo de atingir 100% ao final de 2019, (ii) lançou uma nova versão do app de cartões que obteve mais de 40 mil downloads no primeiro mês, (iii) disponibilizou um novo fluxo para abertura de conta online através do app PAN Investimentos que, desde o lançamento inicial já teve mais de 260 mil downloads, (iv) alcançou 22% de share na recuperação de créditos em atraso via plataforma digital; e (v) reformulou seu site que alcançou a marca de 3,7 milhões de acessos no trimestre, potencializando o cross sell entre produtos e aperfeiçoando a experiência de autoatendimento dos clientes.

Além disso, reúne uma composição única de: (i) controladores robustos e complementares; (ii) capital e funding disponíveis; (iii) potenciais sinergias com a Caixa Econômica Federal; (iv) forte presença nos segmentos em que atua; e (v) plataformas digitais que permitem alavancar crescimento com custo baixo no front e backoffice.



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