Menos de 2% das empresas atuam no conceito da Indústria 4.0

A indústria mundial está passando por profundas transformações relacionadas à quarta revolução industrial ou Indústria 4.0. E, em meio a essas mudanças, abrem-se desafios e grandes oportunidades para as empresas.

As três primeiras revoluções industriais trouxeram a produção em massa, a energia mecânica, a eletrificação das fábricas e a tecnologia da informação, tornando a competição tecnológica o centro do desenvolvimento da economia.

A quarta revolução industrial será mais impactante e exponencial, já que mais do que tendências, as tecnologias digitais estão definindo um novo padrão de eficiência, forçando empresas a rever planos de negócios e encontrar uma maneira de incorporá-los nos processos e rotinas da empresa.

Segundo a pesquisa realizada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério da Indústria e Comércio (MDIC), menos de 2% das empresas brasileiras atuam no conceito da Indústria 4.0. A expectativa, é que em dez anos, 15% das indústrias utilizem esse conceito, principalmente, pela digitalização e automação dos processos.

O Mapa Estratégico 2018-2022 da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que as empresas precisam atuar em duas frentes para enfrentar essa situação. A primeira delas é superar as deficiências que aumentam os custos operacionais e comprometem a produtividade, a capacitação dos profissionais e o complexo sistema tributário brasileiro. A segunda é desenvolver estratégias para transformar a indústria de hoje e prepará-la para a do futuro, que exigirá das empresas iniciativas que automatizem os processos, melhora a capacitação de pessoas e insere a empresa no padrão de Indústria 4.0.

A pesquisa da CNI concluiu que a adoção das novas tecnologias digitais, possibilita maior eficiência operacional, redução significativa de custos, otimização de processos, eficácia no uso de recursos, serviços digitais e estratégias de negócios.

Com a digitalização das informações e rotinas, aumentou-se a quantidade de pessoas conectadas à internet, transformando radicalmente o comportamento da população. Toda essa conectividade passou a exigir das empresas mais agilidade, automação, compreensão e mais capacidade de monitorar dados e transformá-los em estratégias de negócios.

Para Alexandre Mattos, CEO da SuperSoft Sistemas, empresa que atua no ramo de desenvolvimento de software ERP para indústrias, esse cenário de mudanças exige das empresas o desenvolvimento de planos, políticas e iniciativas que estimulem a adoção das tecnologias digitais e a automação dos processos relacionados à quarta revolução industrial. “Caso as empresas não estejam preparadas para a implantação da Indústria 4.0, a defasagem tecnológica entre mercado nacional e internacional aumenta o risco da perda da competitividade”, afirma Alexandre.



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